Tecnologia é melhor com gente junto.
Meetup todo mês, workshop de vez em quando, hackathon quando aparece, e sempre um chopp depois. Se você quer sair do grupo de telegram e conhecer quem constrói de verdade — com cripto, IA ou o que vier — é isso.
Sem taxa, sem token de entrada, sem grupo de sinal. Só gente que gosta do assunto.
Onde a gente se encontra
Um capítulo ativo, e quatro cidades onde já tem gente perguntando quando abre. Passe o mouse nos cartões.
Onde tudo começou. Meetup todo mês, workshop quando dá, e o after num bar ali perto — que é onde metade das conversas boas acontece. Os encontros rodam por lugares diferentes de propósito: é assim que a comunidade alcança quem ainda não a conhece.
Entrar no grupo de Porto Alegre →Não precisa de estrutura nem de autorização: precisa de duas ou três pessoas dispostas a marcar o primeiro encontro. A gente ajuda com o resto — formato, divulgação e o que aprendemos errando aqui.
Falar com a gente →O que acontece
Nada de webinar gravado. Tudo tem gente na sala, ou tela com câmera ligada.
Meetup
Online ou presencial, alguém apresenta algo que anda fuçando — carteira, protocolo, um bug que achou. Depois abre pra discussão. Iniciante pergunta sem vergonha, é regra da casa.
Workshop
Mão na massa, do zero. O de Solana lotou uma sala de 28 no Tecnopuc. Você sai com carteira criada, transação assinada e entendendo o que fez.
Hackathon
A gente não monta time: a gente ajuda a montar o hackathon. Estamos dando apoio ao de Passo Fundo, e começando a organizar o nosso para o ano que vem.
O after
Chopp, churrasco, chimarrão — depende do dia. É onde as parcerias nascem e onde você descobre no que os outros estão trabalhando de verdade.
Selos de presença
Cada encontro deixa um selo na sua conta. Quem estava, tem — e ninguém compra depois.
O número no selo é quanta gente estava lá. A gente publica o número real, inclusive quando é pequeno — meetup próprio junta 9 a 11; com parceiro institucional, 28. Preferimos mostrar a diferença a fingir que ela não existe.
Gente construindo
O que sai daqui não fica só na conversa.
Fundadores em estágio inicial que usam a comunidade como primeiro público, primeiro teste e primeira crítica honesta.
Projetos que nascem de hackathon e continuam depois, com mais de uma pessoa mexendo.
Posts, aulas gravadas e os dois episódios de podcast que estão na fila de edição — feitos por quem é da comunidade.
PUCRS, ATITUS e IFSul. Sala emprestada, público novo e a chance de alcançar quem ainda não sabe que se interessa.
Parceiros
Protocolos que apoiam com grant, e universidades que abrem a sala.
Solana, Avalanche, Stellar, Cursor, PUCRS, ATITUS, IFSul
Quatro protocolos, nenhum mandando. É de propósito: apoiada por um só, a comunidade vira vitrine dele; apoiada por vários ao mesmo tempo, continua sendo dela. Quem tem vínculo com algum declara e sai da decisão. Aqui ninguém vai te empurrar moeda.
Aparece no próximo
Não precisa saber nada antes de vir. Sério: metade da sala no último workshop abriu a primeira carteira ali.