sobre
Uma comunidade, não uma audiência
A TEIA existe para que quem constrói com tecnologia — cripto, IA, o que vier — se encontre de verdade, no mesmo lugar, com nome e rosto.
De onde viemos
Nascemos em Porto Alegre em 2026. Começamos como CriptoSul e viramos TEIA quando a comunidade ficou maior que o Sul e que o cripto. TEIA quer dizer Tech Ecosystem for Innovation and AI — e o nome já diz o que a gente faz: ligar gente, e comunidades, umas às outras.
Os três pilares
O que sustenta a comunidade, e o que ela recusa ser.
Encontro
Gente na mesma sala, ou tela com câmera ligada. Não existe comunidade de quem nunca se viu — e é por isso que o after conta tanto quanto a apresentação.
Construção
O que sai daqui não fica só na conversa: projeto, post, curso, hackathon. Quem participa constrói, e quem constrói aparece.
Abertura
Sem taxa, sem token de entrada, sem grupo de sinal. Iniciante pergunta sem vergonha — é regra da casa, e está no Código de Conduta.
Quem organiza
Não há alto clero: quem organiza faz parte, e o papel é responsabilidade, não status.
O que vem pela frente
Está no plano, e ainda não está no ar. A ordem pode mudar; a lista, não.
Quem é da comunidade escreve, alguém revisa, e o post sai com nome de autor. Não é blog institucional.
Um caminho claro de quem chega a quem organiza, com padrinho e etapas — para que virar Operação não dependa de conhecer alguém.
Conteúdo que continua depois do encontro, feito por quem já ministrou workshop aqui.